Frequências RIFE
Hoje sabemos que a Medicina Quântica tem revolucionado o mundo da Medicina integrativa e o Tratamento com terapia Rife faz parte desse mundo como uma das terapias complementares.
É um equipamento específico que utiliza frequências, na qual é possível influenciar o corpo a fazer mudanças químicas, realizar profunda desintoxicação do organismo por cataforese transdérmica, seja de poluentes do meio ambiente, agrotóxicos, metais tóxicos, disruptores endócrinos, parasitas intracelulares, entre outros, promovendo um auxílio à limpeza do nosso organismo.
Além disso há frequências que estimulam os órgãos a funcionarem em melhor harmonia, ajudando a restabelecer o estado de saúde.
É uma terapia alternativa e não invasiva, ou seja, não há agressão ao corpo. São colocados clips com elétrodos nos braços ou pernas para que as frequências possam ser transmitidas.
É sempre necessária uma avaliação médica e nunca se deve substituir os tratamentos médicos por este ou outros sistemas, as frequências rife servem para complementar outros tratamentos e não substituir. Vale ressaltar que é muito utilizada como auxílio aos protocolos tradicionais além de poder ser associada a outras terapias médicas como a soroterapia, a fitoterapia, a homeopatia, auxiliando na prevenção e tratamento de várias doenças.
As frequências são únicas porque são feitas de energia eletromagnética invisível, não de metal.
Quando se sabe a frequência de um germe, utilizamos um gerador para transmitir a frequência para o corpo. Ele fará com que o germe vibre. Por meio da vibração, patógenos e parasitas são despedaçados. Para aliviar a dor e dar suporte geral à saúde, o processo é completamente diferente e funciona com base no princípio do arrastamento de frequência. Ao transmitir as frequências de um órgão saudável ou de um sistema imunológico robusto para si mesmo, o arrastamento de frequência ocorrerá em poucos dias, e seu corpo começará a ficar muito melhor.
Vamos relembrar tratamentos baseados na frequência de ondas, utilizando a química e a física de um modo unicista e pluralista. Do lado da química, a Homeopatia de Hanneman é unicista e a Homotoxicologia de Rekweg, pluricista.
Do lado da física, Rife é unicista e Lakhovisky, pluricista. Por volta de 1945, o médico alemão Rekweg elaborou a teoria da homotoxicologia, sobre toxinas externas e internas, como geradoras de doenças.
Para ser depurada, a toxina deve se ligar a uma outra substância tóxica ou não, que se transforma em complexo não tóxico, sendo assim excretada (homotoxona). Desta teoria, surgiram medicamentos que apresentavam no mesmo frasco várias dinamizações homeopáticas, isto é, vários acordes de frequência.
São misturas harmónicas de diferentes graus de potenciação (diluição) de um medicamento homeopático unitário. Os acordes de potência, segundo Julian, atuam de forma rápida, profunda e prolongada, e apresentam menos efeitos secundários que os remédios homeopáticos puros. Um efeito adicional seria diminuir ou evitar o agravamento inicial que se observa não raramente com os medicamentos homeopáticos.
Neste tipo de abordagem, em relação a homeopatia, o médico tem maior facilidade de formular o medicamento apropriado, pois utiliza um maior número de substâncias e de dinamizações, isto é, consegue cobrir um maior número de acordes de frequências. Os acordes são úteis particularmente nas enfermidades crónicas, onde temos alterações em vários níveis hierárquicos do organismo e nas alterações metabólicas, onde informações genéticas erradas provocam disfunções. Seria a administração de substâncias químicas com várias frequências, ou melhor a administração de várias frequências de onda, utilizando metodologia química.
Vinte anos antes, o físico russo Georges Lakhovisky lançava teoria cujo cerne era o seguinte: cada componente da célula deveria oscilar a uma frequência específica para manter a sua função normal e assim manter-se saudável. A doença seria a mudança da frequência de um ou mais dos componentes celulares. Construiu um oscilador de múltiplas ondas (MWO) que, através de radiofrequência, gerava campo eletromagnético que variava de 750 mil a 3 milhões de ciclos por segundo (750 KHz a 3 MHz), o qual alimentava antena de múltiplos círculos concêntricos, os quais, por somatória de ondas harmônicas, cobriam um espectro que variava de 1 a 300 trilhões de ciclos por segundo (1 a 300 GHz) O aparelho oferecia esta faixa enorme de frequências para as células terem a oportunidade de, através do fenômeno da ressonância, captar a frequências específicas que lhe era peculiar.
Os pesquisadores, que empregaram o MWO, nunca observaram efeitos colaterais e descreveram grande sucesso no tratamento, de doenças crónicas e metabólicas, incluindo: osteoartrite, artrite reumatoide, infeções, hiperplasia de próstata, miomas sangrantes, enxaqueca, diabetes mellitus e vários tipos de cancro.
Nos Estados Unidos, por volta de 1940, Royal Raymond Rife lançava a sua teoria frequêncial das doenças: cada doença era provocada pela alteração de uma determinada frequência de onda. Construiu um gerador de radiofrequências, utilizando tubo a vácuo de hélio e chegou a elaborar tabelas de frequências específicas para o tratamento de cada doença.
Existem descritos efeitos colaterais não graves e passageiros, como agravamento dos sintomas, nas fases iniciais do tratamento, de uma maneira muito semelhante ao que acontece com a homeopatia. Rife descobriu que toda bactéria possui sua própria característica de frequência, que ela emite enquanto viva. Por intermédio de microscópio especial, pode visualizar as bactérias vivas, sem o uso de corantes, e assim descobriu que cada uma delas possuía uma cor determinada: o bacilo do tifo é sempre azul turquesa, a micobactéria da lepra é sempre cor rubi, o bacilo da tuberculose é verde-esmeralda e assim por diante. Diferentes cores, como sabemos, representam diferentes frequências da luz.
E empregando frequências selecionadas de radiação, ele foi capaz de destruir cada uma das bactérias que estudou. A destruição de micro-organismos com radiofrequência é um fenômeno semelhante ao que ocorre na rutura de cristal por uma nota musical contínua (ressonância).
A homeopatia unicista também emprega um determinado componente em uma determinada dinamização (frequência específica). Um tempo enorme é despendido na repertorização dos sintomas, sendo necessário alto grau de experiência e intuição do homeopata para poder formular o medicamento adequado, isto é, a frequência específica que vai modular a patologia naquele paciente em particular.
Os efeitos de exacerbação dos sintomas nas fases iniciais do tratamento são bem conhecido por todos. A homotoxicologia simplifica o raciocínio, empregando misturas harmónicas de várias substâncias químicas, isto é, oferece às células um maior número de frequências.
Lakhovisky vai mais longe, oferecendo uma gama imensa de frequências, para aumentar a chance de oferecer a frequência certa. Ambas estratégias não apresentam efeitos colaterais. Segundo Popp, as oscilações eletromagnéticas das membranas celulares se encontram na zona do micro-ondas (100 GHz) e a debilíssima luminescência fotónica emitida pelo DNA do núcleo celular na zona da luz visível (1 PHz).
As ressonâncias celulares estão entre 100 MHz e 100 GHz. É possível que o emprego de uma só frequência (Rife, Homeopatia) possa interferir na frequência dos elementos celulares que estão vibrando de uma maneira normal e assim provocar os efeitos colaterais do início do tratamento.
Acredita-se que o mecanismo de ação dos campos eletromagnéticos seja devido ao fato de os campos vibratórios de diversas frequências serem portadores de informações, que chegariam às diversas organelas celulares, as quais agora passariam a “saber” o que deve ser feito.
Do mesmo modo, os medicamentos homeopáticos e homotoxicológicos são carregadores de informações. Todas as abordagens acima obtiveram sucesso no tratamento de várias doenças e, na verdade, sendo unicista ou pluricista, químico ou físico, o que estamos oferecendo ao organismo se traduz em apenas um fenômeno: ressonância por frequência de ondas, ou melhor dizendo, estamos oferecendo informações.
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 1- Julian AO. Materia Medica of New Homeopathic Remedies. Beaconsfield, 1979. 2- Lakhovsky G. The Secret of Life: Eletricity, Radiation and Your body. The Noontide Press, California, fourth edition, 1988. First printing, 1935. 3- Popp, FA in: Bioresonance and multiresonance therapy (BRT). Hans Brügemann, Ed.: Haug International, Brussels, 1993. 4- Rife, RR. The Royal R. Rife Report. Compiled by Alison Davidson. Published by: Borderland Science Research Foundation, 1988. 5- Schmid, F; Rimpler, M; Wemmer, U: Medicina Antihomotóxica. Editora Aurelia – Verlag, Alemanha, Primeira edição, 1997. Research Foudation, 1988.


